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Três insights que levo do Web Summit 2019

Para você também participar das conversas sobre alguns dos assuntos e palestras mais quentes apresentadas nos quatro dias de festival


7 de novembro de 2019 - 16h20

(Crédito: Divulgação/Franklin Costa)

1. Edward Snowden deu o tom das conversas dessa edição
Ele foi um dos últimos palestrantes a ser anunciado pelo festival, foi a palestra mais citada em rodas de conversa e pode apostar que você ainda vai ouvir muito sobre ela nos próximos meses (assista na integra aqui). Não teve para ninguém: Edward Snowden, o whistleblower mais famoso do mundo, deu o tom das conversas do Web Summit 2019. Espere ver frases como “dados são pessoas” e “devemos proteger todos” estampadas em camisas promocionais de startups em um próximo festival de inovação perto de você.

Principal insight: o xis da questão não está na proteção dos dados, e sim na coleta deles.

2. O 5G vai chegar mais rápido que você pensa
“O 5G constitui uma oportunidade única para toda a comunidade mundial. Estamos criando uma nova era de rapidez, e a humanidade entra, assim, numa era do mesmo nível do início da eletricidade”. Guo Ping, presidente da Huawei, subiu ao palco do primeiro dia de Web Summit com a missão de propor como a tecnologia 5G vai nos apresentar um maravilhoso mundo novo de possibilidades. Com um inglês ensaiado e pouco natural, o principal executivo da marca-alvo na disputa comercial entre China e EUA deu um recado: “O 5G está chegando mais rápido que o esperado”. Citou como exemplo a Coréia do Sul, onde em apenas 60 dias, já conta com um milhão de usuários.

Principal insight: se tecnologicamente e economicamente a China ameaça os EUA, culturalmente a relação entre ocidente e oriente ainda apresenta grandes desafios. Impossível observar Guo Ping no palco e não compará-lo com as apresentações de um californiano cool e super carismático, Steve Jobs. Aguardemos cenas dos próximos capítulos…

3. Sejamos, insanamente, grandiosos novamente
Dez em cada dez criativos que assistiram à palestra do diretor de criação, designer e educador norte-americano Brian Collins, saíram com o queixo caído. Em 15 minutos, o executivo por trás de um dos mais brilhantes estúdios de design do mundo (Collins), deu uma verdadeira aula sobre branding. Com direito a provocações, estudos de casos, distribuição de brindes e um envolvente storytelling, como quando ele pediu para a plateia fechar os olhos e nos conduziu em uma viagem até 1729, para nos mostrar como a bandeira com a caveira do pirata é uma das melhores marcas que o mundo já conheceu.

Principal insight: o mundo de hoje — especialmente a tech-industry — está, demasiadamente, orientado ao MVP (minimum viable product). Mas o que se destaca são as ideias “insanamente grandiosas”, ilustrando o argumento com as mudanças de marcas do Yahoo, Ebay e Spotify. Sejamos, insanamente, grandiosos novamente!

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