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O dinheiro vai morrer?

A discussão se as fintechs vieram para ficar já foi, a questão aqui, agora, é mais sobre o tamanho da mudança que vão provocar no sistema tradicional


7 de novembro de 2019 - 15h55

(Crédito: Sesame/iStock)

Embora muita gente fale que as fintechs foram lançadas para serem compradas, ou que existem grandes bancos por trás, Anne Boden, CEO Starling Bank e Nikolay Storonsky, da Revolut, negam e afirmam que a independência é importante.

Anne trabalhou mais de 30 anos em grandes bancos para chegar à conclusão que só começando do zero para transformar. Tirando a tecnologia do suporte e colocando no centro da decisão, ganhou velocidade de operação, inovação e, acima de tudo, efetividade em custo que é onde a briga está, em sua opinião.

No painel com os dois e Zach Perret, da Plaid, a discussão não apontou o fim do dinheiro, nem dos bancos, mas uma massiva migração e descentralização. “Hoje já tem muita gente usando produtos financeiros tecnológicos, mas não muita gente totalmente convertida”, disse o fundador da Revolut, fintech de apenas quatro anos, que promete uma conta radicalmente melhor e já foi usada por 8 milhões de pessoas.

As fintechs estão resenhando vários produtos tradicionais bancários, sobretudo em mercados como a China e o Reino Unido onde a regulação dá espaço. Eles acreditam que todos esses produtos e inovações que estão lançando, serão copiados pelos bancos, “mas estão dois anos atrasados”, provoca Anne.

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